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sexta-feira, 27 de junho de 2014

MARKETING DE PRODUTOS E SERVIÇO



      CENTRO UNIVERSITÁRIO AUGUSTO MOTTA 
    
     CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS
Disciplina: MARKETING DE PRODUTOS E SERVIÇOS
Professor: Nilo Rogério Barros  
DATA: 06/06/2014 Unidade/turma: bonsucesso – MKT0501N
Aluno: andré viana da silva   matricula: 10101752

QUESTIONÁRIO SOBRE SOUTHWEST AIRLINES

1. Qual é em síntese a cadeia de serviço da Southwest?

R-> A cadeia de serviço da Southwest é:

- Oferecer serviços de curtas distâncias,
- Baixo custo de ponto a ponto entre cidades de médio porte,
- Aeroportos secundários de grandes cidades,
- Por ter sucesso neste setor turbulento como é o de companhia aérea,
- Serviços de excelência qualidade,
- Seus clientes abrangem usuários empresários,
- Familiares e estudantes,
- Tarifas baixas (atraem clientes sensíveis ao preço que, de outro modo, viajariam de ônibus ou de automóvel),
- Prestação de serviços convenientes,
- Baixo custo (tipo específico de rotas),
- Manter aviões em voo mais horas do que os concorrentes,
- Fornece saídas mais frequentes com menor quantidade de aeronaves,
- Transferência de bagagem entre classes de serviços diferenciadas,
- Marketing interno bem desenvolvido comprometendo os funcionários com atendimento de qualidade.

2. O que a diferencia das demais companhias aéreas Norte-Americanas e Brasileiras?

R: -> COMPETIR POR TALENTO:

 Fazendo um enorme esforço para atrair as melhores pessoas. A Southwest prefere admitir pessoas talentosas e treiná-las para habilidades específicas do que admitir pessoas com mais experiências e menos talentos. Tendo um foco todo para compreender o cliente interno, fazendo-os capazes de enxergar o mundo externo para melhor satisfazer os seus clientes em geral.

3. Qual é o foco estratégico do marketing interno?

R: -> Todo o foco da organização é para compreender o cliente interno. Em cada área as sinergias são utilizadas para o sucesso do marketing. Proporcionar um serviço de excelência qualidade.

4.  De que maneira o marketing interno se integra com marketing externo?

R: -> O marketing interno aparece como pré-requisito para constituir equipes de funcionários capazes e motivados, que lideram alto nível de qualidade de serviços. Logo, o elevado nível de qualidade de serviços direciona a satisfação e retenção de clientes, gerando elevada receita de vendas e, em última instância, um grande lucro. Ou seja, a integração do cliente externo.

5. Qual é o significado da expressão: “servir é o serviço”?

R: -> Servir é o desenvolver de uma ação ligada a um determinado dever ou função de prestar um serviço.

Exemplo:

Realizar celebrações por desempenhos setoriais e participativos de programas comunitários. A Southwest é considerada companhia modelo por oferecer espontaneamente diversas opções de serviços inusitados, nisto estimulando seus funcionários para ações.

6. Que empresa aérea brasileira melhor se encaixa na estratégia de serviços da Southwest? E por quê?

R: -> A Gol Linhas Aéreas, por ter se transformado em uma das empresas mais enxutas e lucrativas do mundo. O seu modelo de negócio que implantou no país logo causou um efeito cascata na indústria aeroviária.


A sua estratégia de serviços se encaixa com a Southwest por ter:

- Tarifas a preços acessíveis,
- Viajantes que migraram do transporte rodoviário para o aéreo por motivo das tarifas que são baixas em determinados horários de voo,
- Política atenta ao controle dos custos,
- Investimentos em equipamentos modernos,
- Gerar demanda em passageiro de negócios, como também passageiros de lazer,
- combinar baixas tarifas com serviços simplificados e confiáveis,
- Aumento de sua participação no mercado
-Valorização de conceitos como sofisticação,
- Glamour na promoção do transporte aéreo
- Valorização dos funcionários (investindo em cada, focando em clientes externos).

Esses são os serviços da Gol que se encaixam com a Southwest.

sexta-feira, 9 de maio de 2014

COMUNICAÇÃO HUMANAS E SUAS BARREIRAS

 
        Considerando o que li, a comunicação humana é uma relação de transmissão onde uma ou mais pessoas se interagem enviando ou recebendo mensagens. Através disso ela tem por definição o ato de tornar comum uma mensagem verbal ou não-verbal que logo através da fala, das palavras, expressão facial, movimentos dos olhos, trejeitos e movimentos de cabeça, aparência pessoal, ou seja, o comportamento humano. Isso quer dizer que um EMISSOR transmite uma mensagem na qual o RECEPTOR talvez recebe ela com ruído, interferência ou qualquer tipo de canal que leva essa comunicação a receber modificação em meio a fala ou forma de expressão. Na verdade, isso faz entender que não tem como um ser humano enganar o outro, pois isso é um estudo de comportamento entre qualquer indivíduo que esteja sendo observado. Quando assistimos um intervalo comercial ou até lemos as propagandas que a mídia transmite, faz com que alguns, que não tem a concepção da informação que aquele meio de comunicação pode causar um mal, que seja, na família, sociedade, profissional e até mesmo na área de formação do ser humano. Também podemos observar que entre esses citados, deparamos com elaborações para lá de inusitado, podendo trazer vários benefícios. Como por exemplo: se colocarmos um determinado produto e um outro com as mesmas características similar, as pessoas não serão capazes de reconhecer o produto preferencial, isso é uma persuasão. Em outras palavras comunicação é o meio do indivíduo ficar atento com o ouvir e escutar, isso faz com que o receptor seja a pessoa na qual esteja ativo neste processo de interação com os demais. Existindo também os seus fatores que esses: pessoais, sociais, fisiológicos, personalidade, linguagem e psicológicos,  também são interligados ao comportamento da comunicação humanas e suas barreiras.




Aluno: André Viana da Silva      MATRÍCULA:     10101752 [resumo]

TEORIAS DAS VANTAGENS ABSOLUTAS DE ADAM SMITH


Adam Smith foi contemporâneo de Quesney. Suas primeiras preocupações não foram com a riqueza das nações, embora posteriormente tenha conferido grande contribuição à causa. Os sentidos morais, a busca da aprovação social, as razões maiores da acumulação e da conservação da fortuna material foram os pressupostos de sua descrição da ordem econômica. Smith fundamentava sua descrição da ordem econômica nas leis que regem a formação, a acumulação, a distribuição e o consumo da riqueza e este polinômio foi a base do conceito clássico da economia. Os clássicos -Thomas Malthus, John Law, Stuart Mill, Richard Cantilon, David Ricardo e Jean Baptiste Say - definiam a economia partindo desse fluxo. Smith defendia a desregulação, o papel do estado deveria ser restringido a três funções principais: a de defender a nação, a de promover justiça e segurança aos cidadãos e a de empreender obras sociais necessárias que a iniciativa privada por si só não conseguisse empreender seja por questões de vulto seja por questões de lucro. Acreditava que a intervenção do estado na economia tendia a alocar mal o capital e contribuia para a redução do bem-estar social.
Suas principais idéias foram: o bem-estar das nações ser identificado como seu produto anual per capita; considera como causa da riqueza das nações o trabalho humano; a livre iniciativa de mercado (laissez-faire); a especialização do trabalho, como instrumento de aumento da produtividade; e a Teoria do Bem-Estar Econômico, segundo a qual o mercado, se operando livremente sem a presença regulamentadora do Estado, se auto ajustaria, dada a racionalidade e os atos egoístas dos agentes, como que conduzido por uma espécie de "Mão Invisível" para a maximização do bem estar econômico.
O polinômio formação, acumulação, distribuição e consumo da riqueza foi a base do conceito clássico de economia. A maior parte dos economistas clássicos, que viveram na transição entre os séculos XVIII e XIX, como Thomas Malthus, John Law, Stuart Mill, David Ricardo e Jean Baptiste Say, definiam a economia partindo desses quatro fluxos.

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David Ricardo  



TEORIAS DAS VANTAGENS COMPARATIVAS DE DAVID RICARDO



David Ricardo teve como principal obra os "Princípios da Economia Política e da Tributação", cuja principal contribuição econômica foi baseada na teoria da distribuição do exdceente entre as diversas classes sociais. Seus propósitos mais valiosos eram a teoria do valor e a teoria da repartição. A primeira assume que o valor de uma mercadoria é determinado pela quantidade de trabalho nela incorporado e a segunda estudava as leis que regulamentam a divisão do produto considerando a existência de três classes sociais, os latifundiários, os operários e os capitalistas. No conflito de classes tomou a posição dos capitalistas. Deu ainda atenção especial à teoria das vantagens comparativas, segundo a qual, os países deveriam se especializar na produção do que estão mais aptos a fazer e em seguida trocar suas mercadorias para que todos aumentassem seus benefícios. Ricardo foi o primeiro economista a argumentar coerentemente que o livre comércio internacional poderia beneficiar dois países, mesmo que um deles produzisse todas as mercadorias comercializadas mais eficientemente do que o outro. Também foi um dos primeiros economistas a argumentar que, como o capital era relativamente imóvel entre as nações, era preciso elaborar uma teoria separada do comércio internacional, diferenciado do comércio interno do país. Ricardo argumentava que um país não precisa ter uma vantagem absoluta na produção de qualquer mercadoria, para que o comércio internacional entre ele e outro país seja mutuamente benéfico.  Vantagem absoluta significava maior eficiência de produção ou o uso de menos trabalho na produção.  Dois países poderiam beneficiar-se com o comércio, se cada um tivesse uma vantagem relativa na produção.  Vantagem relativa significava, simplesmente, que a razão entre  o trabalho incorporado às duas mercadorias diferia entre os dois países, de modo que cada um deles poderia ter, pelo menos, uma mercadoria na qual a quantidade relativa de trabalho incorporado seria menor do que a do outro país, isto é, menor custo de oportunidade para produzir uma mercadoria. Considere a tabela:








VANTAGENS ABSOLUTAS

O princípio da Teoria das Vantagens Absolutas surgiu das idéias do economista Adam Smith, em sua obra "A Riqueza das Nações", editada em 1776.

Idéias Básicas: a especialização das produções, motivada pela divisão do trabalho na área internacional, e as trocas efetuadas no comércio internacional CONTRIBUÍAM para o aumento do bem-estar das populações.

Teoria das Vantagens Absolutas:  "Cada país deve concentrar seus esforços no que pode produzir a custo mais baixo e trocar o excedente dessa produção por produtos que custem menos em outros países"



VANTAGENS COMPARATIVAS

As idéias de Adam Smith foram desenvolvidas pelo economista inglês David Ricardo em 1817, que formulou a Teoria das Vantagens Comparativas, também chamada de Teoria dos Custos Comparativos.

Idéias Básicas:   o comércio internacional será vantajoso até mesmo nos casos em que    uma nação possa produzir internamente a custos mais baixos do que a nação parceira, desde que, em termos relativos, as produtividades de cada uma fossem relativamente diferentes.

Assim, a especialização internacional seria MUTUAMENTE VANTAJOSA em todos os casos em que as nações parceiras canalizassem os seus recursos para a produção daqueles bens em que sua eficiência fosse relativamente maior.

Assim, ao conduzir à especialização e a divisão internacional do trabalho, seja por desiguais reservas produtivas, por diferenças de solo e de clima ou por desigualdades estruturais de capital e trabalho, o comércio exterior aumenta a eficiência com que os recursos disponíveis em cada pais podem ser empregados. E este aumento de eficiência, possível sempre que observarem vantagens comparativas, eleva a produção e a renda nos países envolvidos nas trocas.

O modelo Ricardiano é o mais simples dos modelos que explicam como as diferenças entre os países acarretam as trocas e ganhos no comércio internacional, pois, neste modelo, o trabalho é o único fator de produção e os países diferem apenas na produtividade do trabalho nas diferentes indústrias.

Os países EXPORTARÃO OS BENS PRODUZIDOS com o trabalho interno de modo relativamente  eficiente e IMPORTARÃO BENS PRODUZIDOS pelo trabalho interno de modo relativamente  ineficiente, ou seja, o padrão de produção de um país é determinado pelas vantagens comparativas.



UNIVERSIDADE AUGUSTO MOTTA

Aluno: André Viana da Silva                                 
Matricula: 10101752    Sala: 308D
Curso: ADM   Turma: ADD0301N                           
Professor: Miguel Marun



                                         TRABALHO 3

                                  GESTÃO DE PESSOAS


'Diferencie EMPRESÁRIO de EMPREENDEDOR um caso completo para cada um dele'




Empresário:

O empresário é sinônimo de cautela. Ele consegue a empresa, porque a montou, comprou ou herdou, mas sua atuação limita-se a administrar a companhia da maneira em que ela está montada.

Seu estilo implica em atuações conservadoras, sem representar nenhum tipo de risco à empresa. Para colocar um projeto em prática, ele não demanda grandes esforços, porque não acredita em mudanças bruscas.

Para momentos em que é preciso dar equilíbrio à empresa ou depois de uma mudança na organização, o mais indicado é ter uma postura como esta. Afinal, o empresário saberia manter tudo como deve estar e não criaria nenhuma instabilidade.



Empreendedor:

O empreendedor costuma ter boas ideias, não somente quando cria uma empresa, mas durante toda a existência dela. Uma companhia não é um projeto morto. Logo após abri-la, é preciso renovar sempre e, para isso, ele tem iniciativa.

Ele tem a capacidade de enxergar objetivos com clareza e traçar planos para atingi-los em prazo pré-estabelecido. O que o diferencia de outras pessoas é saber identificar oportunidades nos locais mais improváveis.

Este tipo de negociador sabe montar um projeto e ainda colocá-lo em prática, mesmo que, para isso, ele corra riscos, o que exige tolerância às frustrações e motivação diante de desafios.



RESUMO diferencial entre 'Empresário e Empreendedor':

O 'EMPREENDEDOR' gosta de criar coisas e colocá-las em funcionamento. O 'EMPRESÁRIO' fica satisfeito quando a empresa cresce. São dois personagens diferentes que, às vezes, convivem na mesma pessoa, mas nem sempre isso acontece. É fundamental saber se sou apenas empreendedor, empresário ou ambas as coisas. A resposta determina o foco de nossas atividades. Para quem for empreendedor apenas, recomendo que saiba quando delegar o seu
negócio, transferindo-o para as mãos de alguém que saiba fazê-lo crescer, embora tenha sido o empreendedor o seu fundador. É preciso cortar o cordão umbilical e reconhecer que não sou o indivíduo mais adequado para a etapa seguinte. Quem é só empresário terá mais negócios a comprar do que a inventar. E quem tiver a sorte de ser as duas coisas, desfrutará do seu empreendimento criando e fazendo-o crescer conforme achar melhor.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

PSICOLOGIA SOCIAL

  COMUNICAÇÃO HUMANAS E SUAS BARREIRAS


É a relação estabelecida pela transmissão de estímulos e pelas respostas provocadas. É um processo voluntário ou não, pelo qual dois agentes transmitem ou recebem mensagens.

COMUNICAR: 

É o ato de tornar comum uma mensagem, por meio de códigos verbais ou não-verbais.

VERBAL: 

Dá-se através da fala, das palavras.

NÃO-VERBAL: 

Expressão facial, movimentos dos olhos, trejeitos e movimentos de cabeça, postura e movimento do corpo, componentes não-verbais da voz, aparência pessoal.

Codificação: Reunir ou transformar em código conhecimento a intenção da mensagem.

Decodificação: Decifrar a mensagem

Feedback: Informação que o emissor consegue obter e pela qual sabe se sua mensagem foi captada pelo receptor.

Esquema Básico da Comunicação:



                                           MENSAGEM

EMISSOR -------------------------------------------------------- RECEPTOR

                                   CANAL



Aprendendo na comunicação:


Entre meios de comunicação e subjetividade: Estão os limites éticos; a história tem demonstrado de forma cabal que não se pode enganar as pessoas o tempo todo; a propaganda e os comercias apresentam geralmente  um mundo irreal, perfeito e sem contradições; os meios de comunicação de massa não têm o controle absoluto da nossa subjetividade;



PERSUASÃO:


É o principal mecanismo psicológico de convencimento da mídia, podendo este ultrapassar as bases racionais da difusão de uma mensagem; esta forma de convencimento tenta persuadir o receptor da mensagem mais pelo campo da subjetividade do que pelo da objetividade; as pessoas não são capazes de reconhecer o produto da sua preferência quando comparado a um similar; a escolha do consumidor nem sempre está baseado em critérios objetivos e racionais.


A LINGUAGEM DA SEDUÇÃO:

Pode estar embutida de forma sutil na construção linguística da mensagem.

EXEMPLO:  'Tostines é mais fresquinho porque vende mais ou vende mais porque é fresquinho?'.


PROPAGANDA IDEOLÓGICA:


Trabalha com conteúdos ideacionais com crenças que procuram alterar o campo cognitivo das pessoas. Os fatores cognitivos e afetivos são os mais utilizados pela propaganda ideológica.

EXEMPLO: Conflitos étnicos; os judeus perseguidos desde a antiguidade.


NA LINGUAGEM CINEMATOGRÁFICA:


A imagem diz tudo. O recurso de propaganda ideológica sempre é acompanhado da contrapropaganda. Exemplo disso são as propagandas políticas: O argumento de um candidato é derrubado rapidamente por outro.


COMUNICAÇÃO PLENA:


Para haver o processo de comunicação, é necessário que as pessoas se compreendam mutuamente. Para tanto, é preciso que o receptor queira receber a mensagem e se torne um receptor ATENTO. Para que isso ocorra, é necessário mais que ouvir, escutar o que o outro nos fala.

OUVIR: Perceber, entender os sons pelo sentido da audição.

ESCUTAR: Torna-se ou estar atento para ouvir, aplicar o ouvido com atenção para perceber ou ouvir.

Assim, OUVIR é a capacidade física de capturar sons, enquanto que ESCUTAR pressupõe interpretação e compreensão.



PERCEPÇÃO SELETIVA

Para conseguirmos a comunicação plena, é importante lembrar que ela decorre de uma; PERCEPÇÃO SELETIVA: Tendência das pessoas para ouvir e registrar apenas aquilo que lhes interessa, desprezando o que consideram irrelevante.


 AS BARREIRAS À COMUNICAÇÃO HUMANA


É interessante prestar atenção nas interações sociais ao nível das relações face a face, estando sujeita à influência de um conjunto de variedades de caráter manifesto ou latente, que são determinados, ou pelo menos influenciam, a condução dos processos comunicacionais. Interagir resultado das relações entre os indivíduos é consequência, por um lado, da aleatoriedade humana e, por outro, da previsibilidade que a vida em sociedade possibilita. É uma 'ARTE' de bem gerir mensagens, enviada se recebidas, nos processos interacionais. Mas não só. O tempo, o espaço, o meio físico envolvente, da vida pessoal, o corpo, os fatores históricos da vida pessoal e social de cada indivíduo em presença, as expectativas e os sistemas de conhecimento que moldam a estrutura cognitiva de cada pessoa social, condicionam e determinam o jogo relacional dos seres humanos. Conhecendo alguns dos fatores que podem constituir barreiras à compreensão, ao sentir e agir dos atores sociais que pretendem interagir é o propósito que nos orienta. Esses podem tanto barrar como facilitar ou constituir fontes de ruídos às relações face a face; que são esses fatores:


FATORES PESSOAIS:


É a comunicação do nível de profundidade, conhecimento que o indivíduo tem e revela na decorrência do processo conversacional, ou, o nível de conhecimento que os outros intervenientes lhe atribuem ou reconhecem estes sobre o assunto a tratar.

SEUS ASPECTOS:

- Considerar nos fatores pessoais, diz a respeito à aparência do sujeito enunciador do discurso.

- É a postura corporal. Naturalmente que, nesta comunicação há sempre posturas próprias, eminentemente individuais. Mas o que interessa é ressaltar são, sobretudo, as posturas corporais que apesar de pessoais, fazem parte de um léxico social, às quais é possível atribuir significados também sociais.

EXEMPLO: É o caso de uma postura que, em determinados contextos se espera que não seja excessivamente rígida ou descontraída.



LEMBRANDO-SE: 


Que os movimentos do corpo se insere nos fatores pessoais que podem constituir barreiras à comunicação. Que também o contato visual é um fator pessoal que, apesar de tudo pode obstruir a interação e provocar momentos de embaraço ou, até, de pânico. A expressão facial é mais um fator pessoal com repercussões no campo interacional. As expectativas e as previsões comportamentais que os indivíduos fazem uns dos outros passam pelas mensagens emitidas pela expressão facial. É talvez um dos meios de comunicação mais importante nas relações face a face. Tanto para confirmação de expectativas, como para afirmação de determinados estados de espíritos.


 A INFLUÊNCIA COM OS INDIVIDUOS


Falar ou discursar, bem como a articulação, a modulação, o ritmo ou o timbre que emprestam à sua voz não escapam à observação social e cultural de determinados meios.


FATORES SOCIAIS:


Nessa comunicação debrucemo-nos agora, por instantes, sobre alguns fatores sociais, cuja origem a consideramos também social. É o caso da 'FLEXIBILIDADE' ou da rigidez dos sistemas de conhecimentos, que impregnam e condicionam as formas como os indivíduos pensamento o mundo. Os sistemas  de conhecimentos condicionam e são condicionados por uma multiplicidade de fatores.

A EDUCAÇÃO POR EXEMPLO:

É um deles, ao inculcar nos indivíduos determinados princípios como certos e absolutos. A importância desta abordagem permite-nos perceber, de forma objetiva, a marca que podem ter os princípios como certos e os valores na cosmovisão dos sujeitos, e isso é importante porque, entre outros aspectos a forma como cada um vê o mundo pontua as sequências comunicacionais. Mas só os princípios e os valores da educação a determinar os olhares do mundo. A cultura que marca a origem de cada ator social da aos indivíduos uma orientação normativa às suas formas de pensar, de sentir e de agir. As características de cada padrão cultural permitem uma (ré) aprendizagem das diferenças, as quais por si mesmas podem constituir motivos de comunicação e convívio, sem riscos de perda de IDENTIDADE cultural e social.



SISTEMAS DE CONHECIMENTO:



São as crenças, ocupam no panorama dos fatores sociais que condicionam um lugar proeminente. Pode dizer-se que elas são princípio, meio e fim. São elas que pontuam os ritmos de vida pessoal e social, ao nível dos estilos de vida das escolhas de parceiros de métodos relacionais e, até, de decisões de vida ou de morte, pessoal ou de familiares dependentes de quem toma a decisão. AS NORMAIS SOCIAIS: Em cada sociedade um fator de 'DUPLO' sentido: 'Amor e Ódio'. Parametrizam os comportamentos, através do processo de socialização, dizem aos indivíduos como devem estar no mundo do nível orgânico, psíquico, social, cultural e simbólico.

OS DOGMAS RELIGIOSOS:

- Sobretudo quando rejeitam tudo o que possa ir contra determinadas convicções;

- Podem constituir barreiras à intercompreensão humana.

- Provocam a desagregação social, o subdesenvolvimento e a ignorância, que trazem infelicidade.

FATORES FISIOLÓGICOS

Nesta comunicação nem todos os aspectos constituem barreiras e nem todos os indivíduos valorizam os mesmos fatores como a interação. Os portadores de determinado HANDICAP, ou tem eles mesmos dificuldade na interação com os outros, ou são os outros que lhes provocam dificuldades. Estamos perante situações de dificuldade comunicacional com origem em percepções marcadamente pessoais ou com origem em padrões cognitivos resultantes de determinados meios sociais ou culturais. Existindo dificuldades em alguns interlocutores a conversa sobre determinados assuntos que versem, de forma assumida ou tangencial, a deficiência na sua comunicação.

 FATORES DE PERSONALIDADE

É a comunicação com frequência complicada de um indivíduo que se diz respeito à conhecida auto-suficiência, de fato, torna-se complicado interagir com sujeitos que presumem saber tudo sobre determinado assunto, ou então, que sabem esgota tudo sobre o assunto em questão.

A CONFUNSÃO



Em constantemente alguns sujeitos fazem entre aquilo que é do foro objetivo e aquilo que é do subjetivo provoca não só dificuldades de compreensão por parte dos outros membros do sistema comunicacional como, não raras as vezes, conflitos.



ASPECTO DE CONFUSÃO:

É conhecida entre mapa e território, que tem por nome 'GEOGRAFILE'. 

OS TERRITÓRIOS:

São respeito aos objetos, às pessoas, às coisas e às situações.

OS MAPAS: 

São respeito aos sentimentos do indivíduos que se pronuncia sobre os territórios, dos seus preconceitos e interferências.

FATORES DE LINGUAGEM:

 Nesta comunicação é possível enquadrar os problemas de confusão entre a realidade e as inferências que dela se fazem para, num segundo momento discursivo, mesmo não tendo eventualmente observado diretamente os fatos, fazer confusão entre estes dois planos. Sabendo que o uso constante de palavras abstratas por parte dos comunicadores é motivo frequente de desorientação e equivoco de compreensão entre os indivíduos.


A INTERAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS:


Não conseguem separar as coisas entre si ou aspectos da realidade que só aparentemente são iguais, estamos perante processos comunicacionais em que predominam as chamadas indiscriminações. Os fatores de linguagem são ainda considerada a 'FALSA IDENTIDADE' baseada nas palavras. Nesta situação, o emissor está crente de que resume numa palavra ou expressão as suas crenças, atitudes ou avaliações.

 EXEMPLO.: É como se um simples 'RÓTULO' conseguisse identificar a complexidade dos conteúdos que ele expressa.  Finalizando ainda neste campo, a polissemia apresentasse-nos como um mecanismo ao desencontro de sentidos. O uso sistemático de ruído, às vezes difícil de ultrapassar. Só o recurso a mecanismos de redundância pode, por vezes, contrariar as perturbações do processo de comunicação.



FATORES PSICOLÓGICOS:




Nesta comunicação, uma variedade de aspectos que podem concorrer para o desenrolar dos padrões interacionais. O chamado 'EFEITO DE HALO' é um mecanismo que diz respeito ao recurso que determinados sujeitos fazem quando se referem a outra pessoa. EFEITO LÓGICO é outro mecanismo, neste caso, o problema em associar duas características de um indivíduo. Como se houvesse uma relação causal linear: Se A, então B. Ora, sabendo que a realidade, mesmo a física, nem sempre se parece por esta simplicidade, muito mais prudência deverá haver no estabelecimento desta relação quando se trata de fatores comportamentais. O processo de comunicação humana não está imune a esta dificuldade. 

TIPOS SOCIAIS OU PROFISSIONAIS:

Estamos perante os chamados 'TIPOS PRÉ-DETERMINADOS': É um mecanismo a que todos recorrem, por uma questão de economia cognitiva ou perceptiva, ou simplesmente como dimensão lúdica, em tentar adivinhar ou prever o outro. 'SUAS DIFICULDADES': Alguns sujeitos revelam em situar os outros, objetos da sua apreciação, valores escalares diversificados, falta de objetividade que acaba por marcar as relações interpessoais. Este mecanismo recebe o nome de 'EFEITO DE TENDÊNCIA CENTRAL'. Finalmente, existem tendências de alguns indivíduos avaliarem os outros e situá-los no campo extremo da escala de apreciação. A deturpação da informação no processo interacional recebe o nome de 'EFEITO DE POLARIZAÇÃO'.